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7 empresas Associadas AEB distinguidas com o Estatuto INOVADORA COTEC 2026

Sete empresas associadas da Associação Empresarial de Braga (AEB) foram distinguidas com o Estatuto INOVADORA COTEC 2026, um reconhecimento que destaca organizações com elevado desempenho em inovação, solidez financeira e criação de valor sustentável. As empresas associadas da AEB agora distinguidas são: ABMN, Hydra IT, Ledechem, Nortempresa, Serralharia Cunha, Tolniber e XZ Consultores. Este reconhecimento insere-se na mais recente edição do Estatuto INOVADORA COTEC, uma iniciativa da COTEC Portugal que distingue empresas que conseguem transformar investimento em inovação em crescimento económico e competitividade. No total, foram distinguidas 147 empresas do distrito de Braga, reforçando o posicionamento da região no ecossistema nacional de inovação. A nível nacional, o Estatuto INOVADORA COTEC 2026 reconheceu 1.165 empresas. O Presidente da Direção da AEB, Daniel Vilaça, sublinha a importância deste reconhecimento para o tecido empresarial da região, destacando que “o Estatuto INOVADORA COTEC afirma-se como um sinal reconhecido de elevada qualidade da gestão empresarial e de risco qualificado, distinguindo empresas que se destacam pelo investimento em inovação, digitalização e sustentabilidade, pela robustez financeira e pelo desempenho económico consistente”. Daniel Vilaça acrescenta ainda que este tipo de distinção “reforça a reputação e o prestígio das empresas e melhora o seu posicionamento junto do sistema financeiro e de entidades públicas, contribuindo para melhores condições de acesso a financiamento e apoio ao investimento”. Para o Presidente da AEB, os resultados agora alcançados pelas empresas associadas da AEB são também um reflexo da dinâmica empresarial da região, reforçando que Braga continua a afirmar-se como um território de forte capacidade inovadora e competitiva. “Estas empresas são um exemplo claro de como a inovação, quando aliada à gestão qualificada e à visão estratégica, gera resultados consistentes e inspira o restante tecido empresarial da região a seguir o mesmo caminho de modernização e competitividade”, sublinha Daniel Vilaça. O Estatuto INOVADORA COTEC é atribuído com base numa avaliação rigorosa de critérios como a robustez financeira, a consistência do desempenho económico e o investimento em inovação, assumindo-se como um selo de reputação reconhecido pelo setor financeiro e institucional. Para a AEB, esta distinção reforça o papel estratégico do distrito de Braga na economia nacional e evidencia a capacidade das empresas associadas em gerar valor através da inovação, da tecnologia e da gestão qualificada.

Artigo de Opinião | Portugal precisa da nova Lei Laboral

Portugal não pode, por incapacidade de gerar os consensos necessários, e por razões políticas, continuar a adiar as reformas necessárias. A Confederação do Comércio e Serviços de Portugal (CCP) considera que a atual proposta de lei de revisão do Código do Trabalho não contempla todos aqueles que devem ser os pontos cruciais para as empresas dos setores do comércio e dos serviços, representando, no entanto, um esforço de modernização das relações laborais, que não deve ser desperdiçado. Após meses de negociação em sede de concertação social e alguma instrumentalização política, que levou a extinguir a possibilidade de se obter um acordo em sede de concertação social, as confederações patronais aprovaram na generalidade um conjunto de opções que representam, na prática, o resultado do esforço que o país e a economia nacional precisam de levar a cabo. A par da eliminação de um conjunto de aspetos burocráticos, que representam uma diminuição de custos para as empresas, estas medidas vão ter, na opinião da CCP, mais impactos do que ganhos, após as cedências que foram aceites. Ou seja, no essencial a proposta representa um progresso e, neste contexto, a Confederação entende que os Grupos Parlamentares devem adotar uma postura construtiva e viabilizar uma discussão na especialidade da proposta de Lei. Desse debate na especialidade deverá resultar a inclusão de mais alterações que as empresas há muito reivindicam e que devem agora avançar de facto, como sejam a consagração do banco de horas individual por acordo, o aumento do número de horas de trabalho suplementar – fundamental para responder aos desafios colocados pela falta de trabalhadores – e a revogação da proibição de outsourcing que, no entender da Confederação, é altamente violadora da liberdade empresarial e a introdução de alguma flexibilidade na contratação a termo. A CCP, como temos vindo a afirmar, considera que a revisão da legislação laboral é apenas um dos itens de um conjunto de reformas que devem ser prosseguidas para garantir maiores condições de competitividade às empresas portuguesas. Olhamos em particular para a fiscalidade, mas também para a simplificação administrativa e a própria sustentabilidade do sistema de pensões, temas esses cuja discussão está prevista em sede de Concertação social, e que esperamos sejam abordados no curto prazo. Neste momento, o mais importante é que o Governo e os partidos políticos entendam aquilo que o país, as empresas e os trabalhadores precisam e a isso façam corresponder as suas decisões. Precisamos que os decisores façam um esforço e que não bloqueiem a tomada de medidas essenciais ao futuro partilhado por todos.   Artigo de opinião publicado no Jornal de Negócios | Gustavo Paulo Duarte, Presidente da CCP

Comércio local transformou-se em palco para celebrar o São João as suas tradições

O centro histórico de Braga foi, na manhã do dia 20 de junho, palco de uma experiência inédita que juntou cultura, comércio local e comunidade. A iniciativa “Comércio em Cena”, promovida pela Associação Empresarial de Braga (AEB) em parceria com a Tin.Bra – Academia de Teatro, levou pequenas encenações teatrais a vários pontos da cidade, surpreendendo bracarenses e visitantes. Ao longo da manhã, as ruas do centro histórico transformaram-se num verdadeiro palco ao ar livre, onde o teatro surgiu de forma inesperada em diferentes espaços comerciais, criando momentos de proximidade e interação com quem circulava pela cidade. Inspirada nas tradições e no ambiente festivo que se vive atualmente em Braga, a peça apresentada integrou referências às Festas de São João, estabelecendo uma ligação entre a principal celebração popular da cidade, o comércio local e a vivência do centro histórico. A ação decorreu junto de vários estabelecimentos aderentes, envolvendo diretamente o comércio local numa dinâmica cultural fora do habitual. Para o Presidente da Associação Empresarial de Braga, Daniel Vilaça, a iniciativa reforça o papel do comércio enquanto elemento vivo da cidade. “O comércio local não é apenas um espaço de compra e venda. É um espaço de encontro, de identidade e de vida urbana. Com o ‘Comércio em Cena’ mostramos precisamente isso: que o centro da cidade ganha quando juntamos criatividade, cultura e os nossos comerciantes”, afirmou. Daniel Vilaça sublinhou, ainda, a importância de iniciativas que aproximem a população do centro histórico. “Queremos um centro de Braga dinâmico, surpreendente e próximo das pessoas. Esta ação é um exemplo claro de como podemos valorizar o comércio local, ao mesmo tempo que criamos novas experiências para quem vive e visita a cidade.” A iniciativa foi acolhida com entusiasmo pelos comerciantes e pelo público que, ao longo da manhã, assistiu a pequenas performances teatrais que cruzaram arte, tradição e quotidiano, reforçando o ambiente festivo que se vive na cidade durante as celebrações sanjoaninas. O “Comércio em Cena” integra a estratégia da AEB de dinamização do centro urbano, promovendo iniciativas que reforcem a atratividade do comércio local e a sua ligação à cultura, às tradições e à comunidade.

Concurso AEB | Já pode votar na sua Montra Sanjoanina favorita

A votação do Prémio do Público do Concurso “Montras Sanjoaninas” já se encontra aberta, permitindo que a comunidade escolha a sua montra favorita entre os estabelecimentos participantes desta iniciativa promovida pela Associação Empresarial de Braga (AEB), em parceria com a Associação de Festas de São João de Braga (AFSJB). Integrado no programa oficial das Festas de São João de Braga, o concurso tem vindo a mobilizar o comércio local, desafiando os estabelecimentos comerciais e de serviços do concelho a decorarem as suas montras com inspiração na tradição sanjoanina, valorizando a criatividade, a identidade cultural e a dinâmica do centro urbano. Agora, é o público quem assume um papel ativo na distinção das melhores propostas. Através de votação online, cada participante pode escolher a montra que mais se destaca pelo impacto visual, originalidade e enquadramento com o espírito das Festas de São João. A iniciativa pretende reforçar o envolvimento da comunidade na valorização do comércio local, promovendo simultaneamente a visita ao centro da cidade e a descoberta das montras a concurso, que contribuem para uma experiência urbana mais viva e envolvente durante o período festivo. O Prémio do Público será atribuído à montra mais votada, juntando-se aos prémios definidos pelo júri do concurso, que distingue também as melhores propostas nas diferentes categorias em avaliação. A votação decorre até ao dia 24 de junho de 2026 e pode ser efetuada através do formulário online disponível em: 👉 https://forms.gle/xwytmb6vWLSrJ2ai6 Participe e ajude a escolher a montra que melhor representa o espírito das Festas de São João de Braga.

Artigo de Opinião | São João de Braga: uma festa que mobiliza uma cidade inteira

Quando falamos do São João de Braga, falamos muito mais do que uma festa popular. Falamos de uma manifestação coletiva de identidade, de uma tradição que atravessa gerações e de uma celebração que consegue mobilizar toda uma comunidade em torno de um sentimento de pertença que poucas cidades conseguem cultivar com a mesma intensidade. Mas o São João é também, cada vez mais, um importante ativo económico para Braga. Durante vários dias, a cidade transforma-se num espaço de encontro que atrai centenas de milhares de visitantes, dinamizando o comércio, a restauração, a hotelaria, os transportes e inúmeros prestadores de serviços. A dimensão que as festividades atingiram permite hoje estimar um impacto económico superior a 20 milhões de euros, demonstrando que a cultura, a tradição e a economia não são realidades separadas, mas sim dimensões que se reforçam mutuamente. Neste contexto, importa destacar o papel que o comércio local continua a desempenhar. Desde sempre, os comerciantes fizeram parte da construção do São João. Hoje, essa participação vai muito além da decoração das montras. O comércio é cada vez mais um agente ativo da programação informal das festas, através da organização de arraiais, momentos de convívio e iniciativas que ajudam a levar o espírito sanjoanino para diferentes ruas, bairros e comunidades. Esta é, aliás, uma das evoluções mais interessantes que temos assistido nos últimos anos. Os arraiais promovidos pelos comerciantes e empresários da cidade estão a afirmar-se como espaços de proximidade, de convívio e de participação comunitária. Mais do que simples momentos de animação noturna, representam uma oportunidade para recuperar algumas das expressões mais genuínas da tradição popular: a sardinhada entre amigos e vizinhos, as ruas decoradas, a música, o encontro entre gerações e a vivência da festa em comunidade. Esta dimensão de proximidade é particularmente importante porque contribui para que as festas não sejam apenas um grande evento concentrado num eixo urbano, mas uma celebração verdadeiramente partilhada por toda a cidade. Ao mesmo tempo, é fundamental continuar a garantir que o crescimento das festividades se faz de forma equilibrada e sustentável. O sucesso do São João deve beneficiar toda a economia local, valorizando os empresários e comerciantes que investem na cidade durante todo o ano, geram emprego e contribuem diariamente para a sua vitalidade económica. Isso implica promover condições de concorrência leal, valorizar a economia formal e manter uma atenção permanente ao combate à contrafação e a outras práticas que possam prejudicar os operadores que cumprem as suas obrigações. O futuro das festas passa também pela capacidade de continuar a evoluir sem perder autenticidade. Temos hoje uma organização cada vez mais profissional, uma programação diversificada e uma capacidade de mobilização que fazem do São João de Braga uma referência nacional. Mas existe ainda espaço para inovar, para atrair novos públicos e para reforçar a ligação das gerações mais jovens às tradições que fazem parte da nossa identidade coletiva. O desafio não é mudar a essência do São João. O verdadeiro desafio é garantir que essa essência continua viva, relevante e capaz de mobilizar novas gerações, preservando aquilo que faz desta festa um património único de Braga. Porque o São João é muito mais do que um evento. É uma celebração da nossa identidade, uma expressão do dinamismo da nossa comunidade e um dos mais importantes motores de afirmação económica, social e cultural da cidade. E é precisamente por isso que continua a merecer o envolvimento de todos.

Opinião CCP | A aplicação da CGAA – Cláusula Geral Anti Abuso: entre a vontade do legislador e a vontade da inspeção

A alegada utilização abusiva de sociedades comerciais para a prestação de serviços de natureza profissional parece estar na mira das administrações fiscais da Península Ibérica. As Diretrizes Gerais do Plano Anual de Controlo Tributário e Aduaneiro, que são divulgadas pela Agência Tributária em Espanha, têm vindo a prever que “Continuará a ser dada especial atenção à interposição abusiva e fictícia de empresas comerciais como mecanismo para reduzir a carga tributária de um património ou grupo de patrimónios, através da prestação de serviços profissionais por meio de empresas artificialmente interpostas ou que, apesar de estarem ligadas aos prestadores de serviços, não satisfaçam esses profissionais com o seu correto valor de mercado”. Por cá, não sabemos se tal medida consta do Plano Nacional de Atividades da Inspeção Tributária e Aduaneira, mas é certo que, pelo que se conhece de casos que têm dado origem a processos arbitrais no CAAD – Centro de Arbitragem Administrativa, também têm sido efetuadas correções com tal fundamento. Importa traçar um breve retrato do quadro legislativo dos dois países e dos mecanismos utilizados pelas respetivas administrações fiscais para o designado combate à utilização abusiva de sociedades comerciais. Em Espanha, o regime de transparência fiscal foi consagrado em 1978 e tinha uma dupla finalidade. Por um lado, eliminar a dupla tributação económica e, por outro, evitar a elisão fiscal por via da interposição de sociedades. Com efeito, reconhecia-se então que a utilização de certo tipo de sociedades tinha como finalidade evitar a tributação a uma taxa progressiva na esfera pessoal dos rendimentos obtidos pelo exercício de atividades de natureza profissional, ficando tais rendimentos sujeitos ao imposto sobre as sociedades, a que correspondia uma tributação mais reduzida. Neste regime de transparência fiscal a existência da sociedade era desconsiderada e os rendimentos eram imputados aos sócios para efeitos de tributação. Depois de algumas alterações, o regime veio a ser revogado em 2002, deixando de existir qualquer diferença entre o exercício, através de uma sociedade, de uma atividade empresarial ou de uma atividade profissional. Por cá, o legislador quando foi introduzido o IRC, em 1989, inspirou-se no regime espanhol e consagrou igualmente um regime de transparência fiscal para as designadas sociedades de profissionais, que ainda se mantém. Curiosamente, as semelhanças dos regimes fiscais não se ficam por aqui. Ambos os países têm nas respetivas Lei Geral Tributária, uma designada cláusula geral anti abuso (em Espanha, o artigo 15.º, com a epígrafe Conflicto en la aplicación de la norma tributaria e, em Portugal, o artigo 38.º, Ineficácia de actos e negócios jurídicos). Com uma singular diferença, lá a cláusula não pode ser aplicada pela inspeção tributária, sem que tenha um parecer favorável de uma especializada Comissão Consultiva, mas por cá basta a autorização do Diretor-Geral, o que pode explicar a forma criteriosa da sua aplicação no país vizinho. Com efeito, entre 2018 e 2026 foram concedidas apenas 28 autorizações para aplicação da cláusula, o que contrasta com o que acontece em Portugal. De acordo com os dados constantes do Relatório sobre o Combate à Fraude e Evasão Fiscais e Aduaneiras, em 2023 o número de autorizações de aplicação da cláusula geral anti abuso foi de 43 e, em 2024, foi de 25. Atendendo, ao número de contribuintes de ambos os países, não há dúvida que levamos uma grande dianteira. E, em ambos os países a correspondente LGT prevê um regime da simulação dos negócios jurídicos (artigos 16.º e 39.º, respetivamente). Mas no que se refere aos procedimentos administrativos já é mais difícil encontrar semelhanças. Por lá, a Agência Tributária emitiu uma NOTA que teve “como principal objetivo colocar à disposição dos contribuintes e assessores as diretrizes necessárias para facilitar, garantindo os princípios de transparência e segurança jurídica, o cumprimento voluntário de suas obrigações tributárias, o que, sem dúvida, servirá para reduzir a litigiosidade, e alertar sobre aqueles comportamentos que a Administração Tributária considera contrários ao ordenamento jurídico e, portanto, passíveis de regularização. Não se trata de impedir a possibilidade de que um contribuinte possa realizar uma atividade profissional por meio de uma sociedade, o que se enquadra, a priori, no direito que assiste a qualquer profissional de escolher livremente a forma como quer desenvolver a sua profissão. Mas isso não significa que a Administração Tributária deva aceitar automaticamente a validade jurídica de todo o tipo de operações de prestação de serviços realizadas por uma pessoa física através de uma sociedade profissional, nem assumir necessariamente que em toda a operação realizada através de uma sociedade profissional se deva admitir que a intervenção da sociedade é real…” Nestes casos, o procedimento adotado pela Agência Tributária passa pela utilização da figura da simulação, prevista no artigo 16.º da Ley General Tributária. Por cá, a AT divulgou o Mecanismo 04/2023, em que, através da interposição de uma sociedade comercial, se visa a conversão de rendimentos do exercício de uma atividade que seriam normalmente sujeitos a IRS em rendimentos tributáveis em IRC e, descreveu-o da seguinte forma: Descrição sumária do mecanismo Utilização de uma sociedade comercial não abrangida pelo regime de transparência fiscal, estabelecido no artigo 6.º do Código do IRC, para a contratação, com um terceiro adquirente, da prestação por um sócio – tendencialmente titular, por si ou em conjunto com outras pessoas com ele relacionadas, de uma posição de controlo, direta ou indireta, nessa sociedade – de uma atividade de cariz marcadamente pessoal, em termos que, face às circunstâncias concretas, indiciam que a interposição dessa sociedade, para faturar os rendimentos provenientes da atividade substancialmente desempenhada pelo sócio, tem como finalidade principal ou uma das finalidades principais nela parquear, no todo ou em parte, tais rendimentos. Como forma de atuação, a AT prevê que deva ser aplicada a CGAA. Mas, se é certo que por lá, já não há regime de transparência fiscal, por cá ainda subsiste. E, como se sabe, por cá, estão sujeitas ao regime de transparência fiscal, nomeadamente, as sociedades cujos rendimentos provenham, em mais de 75 %, do exercício conjunto ou isolado de atividades profissionais especificamente previstas na lista a que se […]

Braga Florida volta a dar cor ao Centro Histórico de Braga

Arrancou mais uma edição da iniciativa Braga Florida, com a entrega de 150 floreiras e 300 vasos a residentes, comerciantes e instituições do Centro Histórico de Braga, num projeto que continua a mobilizar a comunidade em torno da valorização do espaço urbano. Promovida pelo Município de Braga, em parceria com a Associação Empresarial de Braga, a União de Freguesias de Maximinos, Sé e Cividade, a União de Freguesias de S. João do Souto e S. Lázaro, a Junta de Freguesia de S. Victor e a Junta de Freguesia de S. Vicente, a iniciativa tem como principal objetivo contribuir para a qualificação paisagística e ambiental do Centro Histórico. Criado em 2014, o Braga Florida já permitiu a distribuição de cerca de 7.000 floreiras e 15.000 vasos para reposição, incentivando residentes, estabelecimentos comerciais e outras entidades das ruas abrangidas a participarem na decoração floral de varandas, fachadas, montras e espaços exteriores. Na sessão de entrega, Rui Marques, Diretor-Geral da Associação Empresarial de Braga, destacou o impacto positivo da iniciativa na dinâmica económica local. “De uma forma muito simples, este projeto tem impacto no comércio local. Torna a cidade mais bonita, mais colorida, mais atrativa e mais perfumada, através de pequenos gestos da comunidade que refletem um compromisso com a sustentabilidade”, afirmou. Também o Vice-Presidente da Câmara Municipal de Braga, Altino Bessa, destacou a importância do envolvimento da comunidade, referindo que a mobilização de moradores, comerciantes, instituições e freguesias em torno de um objetivo comum contribui para fortalecer o sentimento de pertença, estimular o cuidado com a cidade e promover uma cultura urbana mais participativa e consciente. Para Altino Bessa, o Braga Florida vai além do embelezamento urbano, constituindo também um sinal de sensibilização para as questões ambientais e de sustentabilidade, valorizando simultaneamente o território e a experiência de quem vive, trabalha ou visita a cidade. Ao promover o envolvimento da comunidade na valorização do espaço público, o Braga Florida continua a afirmar-se como uma iniciativa de referência na construção de uma cidade mais acolhedora, sustentável e atrativa para residentes, visitantes e empresas.

AEB e AGERE promovem consumo de água da torneira em restaurantes de Braga

A Associação Empresarial de Braga e a AGERE apresentaram, no passado dia 5 de junho, a iniciativa “Água da torneira: a escolha natural de Braga”, um projeto que visa incentivar o consumo de água da rede pública nos estabelecimentos de restauração da cidade, promovendo hábitos de consumo mais sustentáveis e responsáveis. A iniciativa conta já com a adesão de 45 restaurantes do concelho, aos quais serão distribuídas cerca de 1.500 garrafas de vidro reutilizáveis, destinadas ao serviço de água da torneira à mesa. Assente na valorização de um recurso local de elevada qualidade, esta ação pretende sensibilizar empresários e consumidores para os benefícios ambientais associados ao consumo de água da torneira, contribuindo para a redução da utilização de garrafas de plástico descartáveis e para a diminuição da pegada ambiental associada ao transporte e consumo de água engarrafada. Para Rui Marques, Diretor-Geral da AEB, “as empresas têm um papel determinante na construção de um território mais sustentável e esta iniciativa demonstra como pequenas mudanças podem gerar um impacto significativo. A adesão de 45 restaurantes evidencia a crescente consciência do setor para a importância de práticas mais responsáveis, que valorizam os recursos locais e respondem às expectativas dos consumidores”. O Diretor – Geral da AEB destacou ainda que “a Associação Empresarial de Braga associa-se com satisfação a este projeto, que reforça o compromisso das empresas bracarenses com a sustentabilidade e com o desenvolvimento sustentável do território”. A água da rede pública de Braga é sujeita a rigorosos controlos de qualidade, cumprindo elevados padrões de segurança e fiabilidade, o que a torna uma alternativa sustentável, prática e alinhada com os desafios das cidades modernas. No âmbito desta parceria, a AGERE disponibiliza garrafas de vidro reutilizáveis aos estabelecimentos aderentes, incentivando uma apresentação cuidada da água da torneira e reforçando a sua valorização junto dos consumidores. Mais do que promover uma mudança de hábitos de consumo, esta iniciativa traduz o compromisso de Braga com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), incentivando práticas que contribuem para a redução de resíduos, a eliminação do plástico descartável e a valorização dos recursos locais. Ao envolver o setor da restauração nesta ação, a AGERE e a AEB demonstram que a sustentabilidade também se constrói através de gestos simples do quotidiano, capazes de gerar um impacto positivo para a cidade, para os negócios e para o planeta.

Opinião | Vouchers de Inovação Industrial: uma ideia simples com potencial transformador

A competitividade da indústria portuguesa dependerá cada vez menos da capacidade de produzir barato e cada vez mais da capacidade de produzir com conhecimento, tecnologia e inovação. Durante décadas, Portugal construiu uma parte importante da sua competitividade industrial com base na flexibilidade das empresas, na capacidade de adaptação e na qualidade dos seus recursos humanos. Mas o contexto económico internacional mudou profundamente. Hoje, competir exige mais produtividade, maior incorporação tecnológica, mais diferenciação e maior valor acrescentado naquilo que produzimos e exportamos. É precisamente por isso que a inovação industrial deve assumir-se como uma prioridade estratégica nacional. Quando falamos de inovação, não falamos apenas de grandes descobertas científicas ou de laboratórios altamente sofisticados. Falamos, muitas vezes, de algo muito mais simples e pragmático: automatizar um processo produtivo, reduzir desperdícios, melhorar a eficiência energética, desenvolver um novo produto, integrar inteligência artificial na produção ou tornar uma fábrica mais eficiente e competitiva. O problema é que muitas PME industriais portuguesas querem inovar, mas não sabem por onde começar ou não têm capacidade financeira e técnica para contratar conhecimento especializado. E, ao mesmo tempo, persistem ainda poucos hábitos de colaboração entre empresas e centros de conhecimento, seja por questões culturais, falta de proximidade, linguagem excessivamente académica ou burocracia nos mecanismos de apoio. Precisamos de romper definitivamente essas barreiras. Portugal dispõe hoje de universidades, centros tecnológicos e instituições de investigação com enorme qualidade e capacidade científica. O verdadeiro desafio está em transformar esse conhecimento em inovação aplicada, produtividade e valor económico para as empresas. Nesse contexto, faria todo o sentido avançar com a criação de um programa de “Vouchers de Inovação Industrial” – um mecanismo simples, rápido e desburocratizado, que permitisse às PME contratar universidades, centros tecnológicos e laboratórios para resolver desafios concretos da produção industrial, automação, digitalização ou desenvolvimento de produto. Na prática, este programa poderia funcionar como um instrumento de aproximação entre indústria e sistema científico, levando investigadores para dentro das empresas e criando mecanismos mais ágeis de transferência tecnológica. As PME não precisam de grandes projetos teóricos desligados da realidade empresarial. Precisam de soluções concretas, aplicáveis e capazes de gerar ganhos efetivos de produtividade e competitividade. Se Portugal quiser subir na cadeia de valor industrial, aumentar salários de forma sustentada e reforçar a sua posição competitiva no contexto europeu, terá inevitavelmente de apostar mais na inovação aplicada à indústria. Porque, no final, as economias que criam mais valor não são as que produzem mais barato. São as que conseguem transformar conhecimento em competitividade.  

Moda Braga volta a celebrar a excelência, a criatividade e a vitalidade do comércio local

A Praça – Mercado Municipal de Braga foi palco, na noite de 3 de junho, de mais uma edição do Moda Braga, iniciativa promovida pela Associação Empresarial de Braga, que voltou a celebrar a moda, a criatividade e a vitalidade do comércio local. Num ambiente marcado pela elegância, inovação e criatividade, o desfile apresentou as tendências da coleção primavera/verão 2026, dando destaque às propostas de diversas lojas bracarenses e transformando o coração da cidade numa verdadeira passerelle de estilo e inspiração. Ao longo da noite, o público teve oportunidade de conhecer as mais recentes tendências de moda, acessórios e imagem, num espetáculo que reuniu empresários, profissionais do setor, parceiros e comunidade, reforçando a ligação entre o comércio local e os consumidores. Para o Presidente da Associação Empresarial de Braga, Daniel Vilaça, o Moda Braga continua a afirmar-se como uma importante plataforma de valorização do comércio local e de promoção da cidade. “O Moda Braga é muito mais do que um desfile. É uma montra da criatividade, do empreendedorismo e da qualidade das nossas empresas. Esta iniciativa demonstra a capacidade do comércio local para inovar, criar experiências diferenciadoras e contribuir para a afirmação de Braga enquanto cidade dinâmica, atrativa e ligada às tendências”, afirmou. Daniel Vilaça destacou ainda que “a AEB continuará a promover iniciativas que valorizem os empresários, dinamizem a economia local e contribuam para a afirmação de Braga enquanto cidade inovadora, criativa e capaz de proporcionar experiências diferenciadoras a quem a visita e a quem nela vive”. Por sua vez, o Diretor-Geral da AEB, Rui Marques, salientou que o Moda Braga representa um exemplo daquilo que pode ser alcançado quando empresas, instituições e parceiros trabalham em conjunto em prol da cidade. “O Moda Braga é hoje uma referência na agenda da cidade e uma importante montra para as empresas participantes. Esta iniciativa contribui para valorizar o comércio local, promover as marcas bracarenses e reforçar a atratividade do centro urbano, demonstrando a importância da colaboração entre todos os envolvidos”, referiu. A edição deste ano contou com a participação de 18 lojas da cidade, que apresentaram as suas propostas para a próxima estação, num desfile enriquecido pelo contributo de profissionais das áreas da consultoria de imagem, cabeleireiro, maquilhagem e produção. O evento voltou a evidenciar a importância da colaboração entre empresas, instituições e parceiros na criação de iniciativas capazes de valorizar o território, fortalecer a atratividade do centro urbano e promover o comércio de proximidade. A Associação Empresarial de Braga agradece a todas as lojas participantes, patrocinadores, parceiros, entidades de apoio e profissionais envolvidos, cujo contributo foi fundamental para o êxito de mais uma edição do Moda Braga.

Semana Santa de Braga gerou impacto económico de 18 milhões de euros e reforça estatuto de ativo estratégico para a cidade

A Semana Santa de Braga gerou um impacto económico estimado em 18 milhões de euros em 2026, confirmando a crescente relevância do evento para a economia local e para a afirmação de Braga como destino de referência no turismo religioso e cultural. Os dados foram apresentados esta quarta-feira, 3 de junho, pela Associação Empresarial de Braga (AEB), durante uma conferência de imprensa dedicada à divulgação dos resultados do estudo de impacto económico da Semana Santa de Braga. Com base na análise das transações eletrónicas realizadas através da rede SIBS e na comparação com a média das semanas anteriores, o estudo conclui que a Semana Santa gerou um impacto económico adicional de cerca de 18 milhões de euros na economia local. Durante o período do evento foram ainda registados cerca de 55 milhões de euros em pagamentos eletrónicos, representando um crescimento de 18,8% face ao ano anterior, enquanto o número de operações aumentou 17,8%. Na apresentação do estudo, o Diretor-Geral da AEB, Rui Marques, destacou a Semana Santa como um ativo estratégico para Braga, sublinhando que o evento continua a reforçar a atratividade económica do concelho e a afirmar a cidade como um destino de referência. “O segredo está na autenticidade”, afirmou, defendendo que a fidelidade à identidade e à tradição da Semana Santa tem sido determinante para o seu crescimento e capacidade de atração. Rui Marques destacou ainda que “os resultados evidenciam um crescimento expressivo do consumo e do número de operações registadas durante o evento, bem como uma crescente internacionalização do evento”. Salientou igualmente o impacto transversal da Semana Santa em setores como o comércio, o turismo e os serviços, considerando que se “trata de um dos eventos com maior retorno económico face ao investimento realizado”. Os resultados apresentados demonstram também uma crescente internacionalização do evento. O consumo proveniente de visitantes nacionais e turistas estrangeiros representa já cerca de um terço do total registado durante a Semana Santa. França e Espanha destacam-se como os principais mercados internacionais, representando mais de metade da procura estrangeira. Para o Presidente da Comissão da Semana Santa de Braga, Cónego Avelino Marques Amorim, os resultados apresentados refletem a importância de preservar a essência do evento. “Quanto mais fiéis formos àquilo que somos, maior será o impacto que conseguiremos gerar”, afirmou, destacando que Braga se tem afirmado cada vez mais no contexto internacional sem abdicar da sua identidade. O responsável salientou igualmente o crescente envolvimento do tecido empresarial na Semana Santa, considerando que esta colaboração tem sido fundamental para a valorização do evento. Sublinhou ainda que Braga dispõe hoje de uma oferta diversificada que permite prolongar a permanência dos visitantes para além das celebrações religiosas, potenciando os benefícios gerados para a economia local. “Temos o desafio de continuar a dar as mãos neste projeto”, acrescentou. Por sua vez, o Vice-Presidente da AEB, Varico Pereira, considerou que o estudo vem reconhecer de forma objetiva a importância económica da Semana Santa para Braga. O dirigente destacou o papel da Associação Empresarial de Braga na mobilização dos agentes económicos e no envolvimento das empresas na dinâmica associada ao evento. “Está mais do que comprovado que a Semana Santa tem um impacto significativo na economia local”, afirmou, defendendo uma maior união de todo o tecido empresarial em torno daquela que classificou como “um dos maiores produtos de turismo religioso de Braga e do país”. Varico Pereira sublinhou ainda que a Semana Santa contribui para estimular a economia, gerando um efeito multiplicador em diversos setores de atividade, desde o comércio e a restauração ao alojamento e aos serviços. As conclusões do estudo apontam para um reforço da atratividade económica de Braga, um crescimento expressivo do consumo e do número de operações, uma maior internacionalização da Semana Santa e um impacto transversal na atividade económica do concelho, confirmando o evento como um dos mais importantes ativos de promoção, desenvolvimento e notoriedade da cidade.

Atualização AEB | Deliberação de atribuição dos stands de venda de bebidas para as Festas de São João de Braga 2026

A Associação Empresarial de Braga | Câmara de Comércio e Indústria, enquanto entidade responsável pela gestão do procedimento de atribuição dos stands de venda de bebidas das Festas de São João de Braga 2026, procedeu à deliberação de distribuição dos espaços, na sequência da elevada procura registada. O período de candidaturas foi suspenso no dia 27 de maio de 2026, às 09h30, devido ao elevado número de manifestações de interesse, tendo sido submetidas 13 candidaturas para os espaços disponíveis. De acordo com o Regulamento de Atribuição e Exploração de Stands de Venda de Bebidas, a AEB aplicou os critérios previamente definidos, nomeadamente níveis de prioridade, proximidade geográfica, ordem de receção e validação das candidaturas (princípio FIFO – first in, first out), bem como o equilíbrio territorial e a promoção da diversidade de operadores económicos. A deliberação agora publicada encontra-se sujeita à validação final da documentação apresentada pelos candidatos, bem como ao cumprimento das condições previstas no regulamento em vigor. Consulte o documento de deliberação AQUI. AEB procede à reafetação de espaço de venda de bebidas nas Festas de São João de Braga 2026 Na sequência da desistência de um dos operadores económicos inicialmente contemplados no procedimento de atribuição dos stands de venda de bebidas das Festas de São João de Braga 2026, a AEB procedeu à reafetação do respetivo espaço. A atribuição foi efetuada de acordo com os critérios definidos no Regulamento de Atribuição e Exploração de Stands de Venda de Bebidas e em conformidade com a deliberação aprovada pela Direção da AEB, tendo sido considerada a lista de candidaturas que não haviam obtido espaço por insuficiência de vagas disponíveis. A presente deliberação complementar encontra-se igualmente sujeita à validação final da documentação apresentada pelo candidato e ao cumprimento das condições previstas no regulamento aplicável. Consulte o documento de deliberação complementar AQUI.

Município de Braga disponibiliza novo serviço de apoio a empresários e empreendedores

Já se encontra em funcionamento o Espaço Empresa, um novo serviço municipal de apoio ao tecido empresarial, localizado no Balcão Único do Município de Braga, na Praça Conde de Agrolongo – Edifício do Pópulo. Desenvolvido em articulação com o IAPMEI, a AICEP e a ARTE, o Espaço Empresa tem como objetivo disponibilizar informação, aconselhamento personalizado e apoio especializado a empresários, empreendedores, investidores e representantes de empresas, concentrando num único local diversos serviços de apoio à atividade económica. Entre os principais serviços disponibilizados destacam-se o esclarecimento de questões relacionadas com licenciamento e operações urbanísticas, ocupação do espaço público, processos de licenciamento industrial, comércio, serviços e restauração, bem como apoio na constituição de empresas online. O Espaço Empresa disponibiliza ainda informação sobre certificação PME, financiamento, incentivos e apoios disponíveis, além de orientação nas áreas da inovação, internacionalização e turismo. Os empresários podem também obter apoio na utilização da Chave Móvel Digital. Além da prestação direta de informação e esclarecimentos, este serviço assume uma função de orientação e encaminhamento qualificado, articulando com os diferentes serviços municipais e entidades competentes para assegurar um acompanhamento mais eficaz e adequado às necessidades das empresas. O atendimento é realizado mediante marcação prévia e assegurado por técnicos municipais, em espaço reservado, garantindo a privacidade e confidencialidade dos assuntos tratados. Importa referir que o Espaço Empresa não substitui serviços de consultoria especializada nas áreas jurídica, financeira, contabilística ou de elaboração de projetos técnicos. Com esta iniciativa, o Município de Braga pretende reforçar a proximidade ao tecido empresarial local, facilitando o acesso a informação e serviços essenciais para o desenvolvimento da atividade económica no concelho. Para mais informações ou marcação de atendimento, os interessados poderão contactar o Espaço Empresa através do Balcão Único do Município de Braga.