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Livro de Elogios já disponível

A Associação Comercial de Braga (ACB) já tem disponível para venda, na sua sede, o Livro de Elogios. Este destina-se a todas as empresas ou entidades que pretendam receber elogios por parte dos seus clientes/utentes. O Livro de Elogios é um projeto que teve inicio em 2013 com o objetivo de melhorar a comunicação entre as empresas e os seus clientes, estimular os recursos humanos e valorizar o que melhor se faz da cada instituição. O Livro de Elogios conta com duas componentes: o Livro de Elogios em Papel e o Livro de Elogios Digital. O Livro de Elogios Digital é uma mais valia, porque permite recolher elogios online, sinceros e legítimos para os promover como testemunhos. Aumenta a confiança dos potenciais clientes e credibiliza o vosso trabalho. Ao adquirirem o Livro de Elogios, as empresas serão ainda referenciadas em www.livrodeelogios.com, como empresa/entidade que já pode ser elogiada.   O Pack Livro de Elogios inclui: • Livro, com 50 páginas + 50 de papel químico destacável. • Monofolha A4 “Sorria. Aqui pode elogiar” • Autocolante para a entrada ou balcão • Página Web exclusiva da empresa, personalizada, onde se pode elogiar e ver os elogios, com 5 créditos ou páginas (corresponde a 5 elogios) • Área reservada de gestão de elogios (BackOffice) • Suporte técnico para integração no website da empresa • Sistema de partilha dos elogios nas redes sociais • Vale de desconto de 100€ no desenvolvimento de website   A ACB também já dispõe do seu Livro de Elogios físico, bem como o digital. Poderá fazer um elogio à ACB aqui.

“A vacina ainda não chegou às empresas”

Dois terços das empresas não se candidataram a nenhuma medida de apoio à economia nos últimos três meses e 62% consideram burocrático o acesso a estas linhas públicas. É esta uma das principais conclusões do décimo-sexto inquérito mensal realizado às empresas para a CIP — Confederação Empresarial de Portugal, pelo Marketing FutureCast Lab do ISCTE. O estudo (Sinais Vitais) foi comentado por Armindo Monteiro, vice-presidente da CIP: “A vacina ainda não chegou às empresas.” De acordo com o estudo, 79% das empresas consideram que os apoios estão muito aquém ou aquém do que é necessário para responder à crise provocada pela pandemia e mais de metade (55%) dos empresários inquiridos acreditam que “o PRR será pouco ou nada significativo para a atividade da sua empresa”. “Quando o Governo decide quais as empresas que são elegíveis, e [isso] faz com que metade das empresas não tenha condições [para aceder] devemos questionar-nos se os critérios são os adequados”, diz Armindo Monteiro. “A tempestade vai passar — conclui o vice-presidente da CIP — mas “as escolhas que se fazem agora podem alterar profundamente o tecido empresarial”, o que significa que “as empresas não vão sair incólumes” das decisões tomadas pelo Governo. “O que fizermos agora terá implicações no futuro e temos de ver se queremos ter um tecido empresarial mais forte ou mais fragilizado.” O facto de os programas de apoio terem aumentado o endividamento das empresas, por terem privilegiado “o aumento da dívida em detrimento de apoios diretos”, é apontado por Armindo Monteiro como um peso extra que prejudica as empresas portuguesas face aos concorrentes internacionais. Aceda às conclusões finais do inquérito aqui e assistir à conferência de imprensa aqui. Este inquérito integra a terceira fase do Projeto Sinais Vitais, desenvolvido pela CIP, através das associações que a integram, em conjunto com o Marketing FutureCast Lab do ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa, com o objetivo de recolher informação atualizada sobre a posição dos responsáveis pelas empresas portuguesas e sobre o impacto que diferentes situações têm nestas, no quadro da situação de exceção provocada pela pandemia de covid-19.

ACB apresenta medidas ao Governo para uma agenda para a competitividade do setor do Comércio e Serviços

A Associação Comercial de Braga acolheu, ontem, dia 14 de junho, uma reunião entre a Secretaria de Estado do Comércio, Serviços e Defesa do Consumidor, a CCP – Confederação do Comércio e Serviços de Portugal e um conjunto de associações empresariais da região Norte. A iniciativa contou com a presença do Secretário de Estado João Torres e do Presidente da CCP, João Vieira Lopes, e teve como objetivo o debate de questões relativas ao setor do comércio e serviços abertos ao consumidor, por forma a avaliar os impactos da pandemia, assim como os aspetos mais relevantes para uma recuperação sustentada do setor. Este diálogo de proximidade com o tecido associativo visou recolher ideias e contributos para a definição das linhas estratégicas de uma agenda para a competitividade do setor e para o correspondente alinhamento com oportunidades de financiamento, pelos fundos europeus, designadamente através do Programa de Recuperação e Resiliência (PRR) e do Portugal 2030. Neste âmbito, a ACB defendeu o lançamento de um novo programa de apoio ao investimento para o setor do comércio, lembrando que há mais de 7 anos que não existe qualquer sistema de incentivo dirigido à modernização comercial. Propôs, também, uma nova geração de programas de Urbanismo Comercial, que permitam o apoio à revitalização de determinadas áreas de intervenção nas cidades que detenham potencial comercial subaproveitado, que  conjuguem investimento municipal na valorização do espaço público e investimento privado na modernização dos estabelecimentos comerciais, criando soluções conjuntas de logística urbana e de transformação digital. Ao nível da digitalização, a ACB defendeu a criação de um programa de transformação digital do comércio e serviços que assente na conjugação de três dimensões fundamentais: serviços de consultoria estratégica, formação de equipas e aquisição de tecnologia. Considerou também essencial o desenvolvimento de um programa de formação avançada em transformação digital de PME dirigido a dois públicos fundamentais: empresários e a jovens especialistas. Paralelamente, defendeu a criação de um programa de modernização tecnológica das associações empresariais, que lhes permita, à semelhança do setor público, qualificarem-se e modernizarem-se tecnologicamente, para que fiquem mais aptas a apoiarem a transformação digital da comunidade empresarial. Do ponto de vista da inovação e empreendedorismo, propôs um programa de inovação disruptiva no setor do comércio, que estimule o desenvolvimento e introdução de inovação e tecnologia disruptiva nas empresas comerciais, aproximando o ecossistema da tecnologia e inovação das empresas através da criação de Laboratórios de Inovação Comercial. Defendeu, também, o surgimento de um programa de empreendedorismo baseado no conceito Comércio 4.0, que fomente o aparecimento de uma nova geração de empresários no setor e projetos empresariais, facilmente escaláveis, desenhados a pensar na sua presença física e digital. Por fim, a ACB defendeu a realização de um projeto piloto de “smart retail”, em Braga, que permita criar um sistema avançado de informação de negócio que suporte decisões estratégicas de investimento e gestão comercial, e estimule a cooperação empresarial e o estabelecimento de sinergias do comércio local em contexto urbano.

Medidas excepcionais face ao surto de doença (CII) – Alteração das medidas aplicáveis em situação de calamidade, no âmbito da pandemia da doença COVID-19

Medidas excecionais face ao surto de doença (CII) – Alteração das medidas aplicáveis em situação de calamidade, no âmbito da pandemia da doença COVID-19, a partir de 10-6-2021 I) Disposições gerais aplicáveis a todo o território nacional continental Confinamento obrigatório Uso de máscaras ou viseiras. Controlo de temperatura corporal. Realização de testes de diagnóstico de SARS-CoV-2 Instalações, estabelecimentos e equipamentos encerrados Venda e consumo de bebidas alcoólicas Eventos II) Disposições especiais aplicáveis a determinados municípios A) Medidas aplicáveis a municípios que se enquadrem na fase 1 Horários em municípios de fase 1 Restauração e similares em municípios de fase 1 Serviços públicos em municípios de fase 1 Eventos em municípios de fase 1 Actividade física e desportiva em municípios de fase 1 Transportes em municípios de fase 1 B) Medidas aplicáveis a municípios de risco elevado Encerramento de instalações e estabelecimentos em municípios de risco elevado Horários em municípios de risco elevado Restauração e similares em municípios de risco elevado Eventos em municípios de risco elevado Actividade física e desportiva em municípios de risco elevado Serviços públicos em municípios de risco elevado Transportes em municípios de risco elevado 1. Publicação, produção de efeitos, âmbito territorial de aplicação e objecto I. Foi publicada a Resolução do Conselho de Ministros n.º 74-A/2021, de 9-6. Produz efeitos a partir de 10-6-2021. Altera as medidas aplicáveis em situação de calamidade, no âmbito da pandemia da doença COVID-19. Declara, na sequência da situação epidemiológica da COVID-19, até às 23h59 do dia 27-6-2021, a situação de calamidade em todo o território nacional continental. II. Por via da Resolução do Conselho de Ministros n.º 70-B/2021, de 4-6, o Governo estabeleceu os critérios com vista à continuação da estratégia de levantamento de medidas de confinamento no âmbito do combate à pandemia da doença COVID-19. Nos termos da referida Resolução, ficaram definidas duas novas fases de desconfinamento, as fases 1 e 2. Na sequência do definido pela Resolução do Conselho de Ministros n.º 70-B/2021, de 4-6, vem o Governo determinar quais as regras a aplicar até ao dia 28 de junho de 2021, sem prejuízo da revisão semanal no que ao âmbito de aplicação territorial destas medidas diz respeito. Assim, começam por ser definidas regras gerais, aplicáveis a todo o território nacional continental, sendo subsequentemente estabelecidas medidas especialmente aplicáveis aos municípios do território nacional continental conforme se enquadrem: i) na fase 1 e ii) na situação de «município de risco elevado». Em matéria de teletrabalho e desfasamento de horário fica definido que, para efeitos do Decreto-Lei n.º 79-A/2020, de 1-10, a matéria de organização desfasada de horários e de teletrabalho em situações específicas (designadamente os trabalhadores que se encontrem abrangidos pelo regime excecional de proteção de imunodeprimidos e doentes crónicos) se aplica a todo o território nacional continental. No que respeita à matéria geral de teletrabalho (i.e. fora das situações de teletrabalho em situações específicas) prevista naquele decreto-lei, a mesma apenas é aplicável aos municípios de risco elevado. Passa a estar prevista, por determinação da autoridade de saúde, a possibilidade de realização de testes a trabalhadores que, independentemente do vínculo laboral, da modalidade ou da natureza da relação jurídica, prestem atividade em locais de trabalho com 150 ou mais trabalhadores. Passa igualmente a estar sujeito à realização de testes, de acordo com as normas e orientações da Direção-Geral da Saúde (DGS), quem pretenda assistir ou participar em eventos natureza cultural, desportiva, corporativa ou familiar, designadamente casamentos e batizados, sempre que o número de participantes exceda o definido pela DGS para efeitos de testagem de participantes em eventos. Quanto aos municípios que se enquadrem na fase 1, as medidas aplicáveis são, no essencial, as que resultam da Resolução do Conselho de Ministros n.º 70-B/2021. As atividades de comércio de retalho alimentar e não alimentar funcionam de acordo com o horário do respetivo licenciamento. Em matéria de horários de funcionamento da restauração, passa a estar prevista a regra de admissão até às 00h00 e de encerramento até à 01h00. Fica previsto um limite de seis pessoas no interior e 10 pessoas nos espaços ou serviços de esplanadas abertas. Os equipamentos culturais passam a encerrar à 01h00, ficando excluído o acesso, para efeitos de entrada, a partir das 00h00. Os demais estabelecimentos e equipamentos, de prestação de serviço, abertos ao público, passam a encerrar à 01h00. Os serviços públicos desconcentrados passam a prestar atendimento presencial sem necessidade de recurso a marcação prévia, mantendo as lojas de cidadão o atendimento presencial mediante marcação, sem prejuízo da prestação desses serviços através dos meios digitais e dos centros de contacto com os cidadãos e as empresas. Quanto aos eventos de natureza familiar, incluindo casamentos e batizados, a lotação fica limitada a 50% do espaço em que sejam realizados. Quanto à prática de todas as atividades de treino e competitivas amadoras, incluindo de escalões de formação, fica admitida a presença de público desde que com lugares marcados, distanciamento, regras de acesso e com limite de lotação correspondente a 33% da lotação total do recinto desportivo. No caso da prática de todas as atividades de treino e competitivas amadoras, incluindo de escalões de formação, fora de recintos desportivos, é admitida a presença de público com limites de lotação e regras a definir pela DGS. Quanto às medidas aplicáveis aos municípios de risco elevado, elas são, no essencial, as que eram anteriormente aplicáveis ao nível 1, correspondentes a 1 de Maio, nos termos da Resolução do Conselho de Ministros n.º 19/2021, de 13-3, embora com as adaptações previstas na Resolução do Conselho de Ministros n.º 70-B/2021, designadamente em matéria de horários de encerramento. I) Disposições gerais aplicáveis a todo o território nacional continental 1. Confinamento obrigatório Ficam em confinamento obrigatório, em estabelecimento de saúde, no domicílio ou, não sendo aí possível, noutro local definido pelas autoridades competentes: a) Os doentes com COVID-19 e os infetados com SARS-CoV-2; b) Os cidadãos relativamente a quem a autoridade de saúde ou outros profissionais de saúde tenham determinado a vigilância ativa. 2. Uso de máscaras ou viseiras. Controlo de temperatura corporal. […]

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